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Descubra quanto custa demitir um colaborador

A empresa cria um vínculo com o colaborador a partir do momento em que ele é contratado. No entanto, esse relacionamento nem sempre é fácil, o que pode levar a uma futura demissão. O fato é que, mesmo nesse momento, os encargos trabalhistas estão presentes e é preciso estar atento a eles para evitar problemas. Mas afinal, quanto custa demitir um colaborador? 

A seguir, você entenderá melhor quais são os 3 formatos de demissão — sem justa causa, com justa causa e pedido de demissão do colaborador. Continue a leitura e esclareça suas dúvidas a respeito do assunto!

Demissão sem justa causa

A demissão sem justa causa é caracterizada por ser aquela dispensa sem que o colaborador tenha interferência sobre a situação. Imagine o seguinte caso: a companhia precisará fechar um setor por algum motivo e terá que demitir os profissionais. 

Logo, ele terá direito a receber o salário do período de aviso prévio, poderá sacar o FGTS, receber indenização da rescisão de contrato, saldo salarial, férias que estejam vencidas e proporcionais a um terço sobre o salário, 13º sobre o tempo de serviço desde o último recebimento do benefício e o seguro-desemprego. 

Demissão por justa causa 

Nesse caso, o profissional é demitido por ter cometido alguma falta grave e a empresa fará o seu desligamento. Nem por isso, ele deixará de ter os seus direitos resguardados. Logo, vale a atenção sobre os encargos que esse tipo de demissão gera. 

O trabalhador terá direito a receber o salário proporcional aos dias trabalhados e as férias (proporcionais ou vencidas), mais o abono de 1/3. O FGTS, indenização e outros encargos estão fora dessa conta. 

Vale lembrar um detalhe importante: a companhia não pode constranger esse colaborador e nem colocar o motivo da demissão na carteira de trabalho. Isso pode gerar processos judiciais e levar ao pagamento de indenização por parte da empresa.

Pedido de demissão do colaborador

Se o colaborador decidir por solicitar um pedido de demissão, existem especificidades para o caso. Apesar de partir de uma iniciativa pessoal, isso não exime a empresa quanto a alguns encargos trabalhistas. 

O colaborador terá que cumprir um aviso prévio primeiramente. Isso pode variar se a empresa entrar em acordo com ele. No mais, ele terá direito a receber pelos dias trabalhados, incluindo horas extras, comissão etc. Além disso, as férias proporcionais, bem como o 1/3 deverão ser pagos. O 13º proporcional também deve ser quitado pelo empregador junto ao trabalhador. 

Independentemente das razões para o desligamento de um colaborador da empresa é preciso ter em mente que a contratação de um substituto trará custos à companhia. Logo, o gestor deve avaliar bem a situação antes de tomar a decisão e calcular todos os gastos que serão gerados. 

Por esse motivo, se o foco da empresa é fazer economias, essa nem sempre será a melhor opção. No entanto, se o colaborador já não produz satisfatoriamente ou gera muitos problemas, é melhor fazer a opção e contratar outro profissional. 

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